Victor Escariz

Quando um problema de posicionamento começa na oferta.

Uma perspectiva sobre por que mudar a mensagem às vezes é apenas parte do trabalho.

Victor Escariz · 16 de outubro de 2026

A mensagem é a parte visível

Quando uma oferta é difícil de explicar, costumamos olhar a comunicação. Reescrevemos a apresentação, simplificamos o site ou procuramos um título melhor. Às vezes é exatamente disso que precisamos. Em outras, a dificuldade aponta uma decisão que ainda não foi tomada.

Para quem é a oferta? Que situação a torna útil? O que a pessoa recebe? Se o time responde de formas diferentes, melhorar as palavras não resolve sozinho a pergunta de fundo.

Conectar três perguntas

Negócio: a oferta faz sentido para a forma de operar da empresa? Marca: seu valor e sua diferença estão claros para o público? Execução: o time consegue entregar o que a mensagem leva alguém a esperar?

Essas perguntas precisam estar na mesma conversa. O objetivo não é acrescentar um método complicado, mas encontrar onde a incerteza começa.

Um ponto de partida prático

Peça às pessoas envolvidas que descrevam a oferta em poucas frases. Compare público, problema, entregável e próximo passo. Uma diferença de redação pode ser inofensiva. Uma diferença no compromisso precisa de atenção.

No meu trabalho com a TRISIAN, modelo de negócio, posicionamento e oferta são desenvolvidos em conjunto. Essa conexão é mais útil do que tratar as mensagens como uma camada final.

Dar uma direção útil

Quando a pergunta estiver clara, decida o que mudar primeiro: oferta, entrega, explicação ou uma combinação. Defina uma pessoa responsável e um próximo passo.

Uma mensagem clara é valiosa. Ela fica mais útil quando o negócio por trás também está claro.

Vamos conectar os pontos.

Conte no que está trabalhando e o que precisa mudar. Vamos explorar juntos.

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